terça-feira, 31 de março de 2009

A LUZ DO MUNDO


Depois de liberar a mulher que estava sendo acusada de adultério, Jesus afirmou: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, pelo contrário terá a luz da vida”. (João, 8;12).

O Evangelho de João, que registra esses fatos, informa, que os fariseus questionaram a veracidade da afirmação de Jesus por estar testificando de si mesmo, ao que o Mestre respondeu: “Posto que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou.” (João, 8:13-14).

Os Espíritos Superiores esclarecem, através da Doutrina Espírita, que Jesus é o Guia e Modelo para toda a Humanidade. Veio para ensinar e exemplificar a prática das Leis de Deus e para mostrar o caminho da evolução e aprimoramento que cabe a todos trilhar, deixando testemunhos que marcaram a história do mundo e sinalizaram com clareza e abundância de informações o roteiro que nos cabe seguir.

O curto período em que esteve convivendo com os homens foi suficiente para deixar-nos um manancial de ensinos, exemplos, testemunhos, gestos e atitudes sempre marcados pela vivência incondicional da Lei de Amor, o que o levou a afirmar: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei.” (João 13:34).

Nesta fase de transição em que os homens se agitam inquietos, andando nas trevas da violência, da incredulidade, da leviandade e, por decorrência, da dor, do sofrimento e da insegurança, a Luz do Cristo mostra o rumo a seguir na busca da paz interior que todos almejamos, ao mesmo tempo em que ilumina o caminho de libertação que a bondade divina a todos reserva.

A afirmação de Jesus, com a autoridade moral e espiritual que lhe é própria – que vem se consolidando no coração do homem desde os exemplos de amor e perdão testemunhados há dois mil anos -, representa um convite permanente à transformação interior, na substituição das trevas, que caracterizam nossas imperfeições, pela luz das virtudes que nos cabe conquistar.
O Reformador Dezembro/ 2004 – Editorial

2 comentários:

Livinha disse...

"Quem nunca cometeu deslizes, que atire a primeira pedra"
É verdade meu irmão,
quem somos nós pra julgar
ou deixar de perdoar?
"Oportunidade, senhora da bondade,
que nos dá a liberdade de poder
recomeçar;
Ela é amiga complascente, que se dói,
pelo sofrer constrangido que corrói.
Para se alcançar a perfeição.
O caminho é longo,
é preciso compreensão, essa mesma
que buscamos para nós!!

Lívi@
Que bom te-lo visto em minhas páginas com o seu agrado e incentivo deixado..
Obrigado Mano, muito obrigado.
Seja a Paz de Jesus, o seu porto seguro para não desistir da caminhada...
Felicidades...
Bjss

Josinaldo Lacerda disse...

O momento é realmente mana querida da busca da descontração o suporte necessário para convivermos ponderando o abençoado instante que compreendemos ser o da transição para uma era nova de paz!. A dor parece tomar do mundo, mas Deus existe e porisso mesmo é nele acreditando que haveremos de vencer, pois estamos diante de fortes desafios se quizermos ter vida, mas vida em, abundância conforme a promessa de Jesus de Nazaré há dois mil anos. Muita paz e beijos do mano saudoso. o teu sempre JÔ!